Pergunta:

Sr. Domingos,

Estou lendo o seu primeiro livro e no capítulo sobre o violinista Paganini o senhor cita um detalhe que há muito tempo tinha curiosidade em saber. Por favor, me explique melhor: “Vimos Paganini no Astral em nossa casa … e seu inseparável Guarnérius …” se referindo ao violino. Pergunta: Um espírito recria no astral um objeto seu preferido com as mesmas características do original ou ele por algum processo desconhecido leva o objeto com ele e deixa aqui uma cópia? Obrigada.

Abraços,
Rosa

Resposta:

Prezada Rosa,

Grato por sua pergunta.

Conforme sou informado e pelas vivências que tenho tido em constante contato com o Astral, ou seja, o campo espiritual, ou o mundo paralelo energético, que circunda a Terra e que consequentemente nos envolve a todos, tudo o que existe em nosso plano físico tem sua cópia, ou “duplo” no Astral, principalmente, objetos ou coisas que nos acompanham ou acompanharam quando em vida. É o caso de Paganini, o grande virtuoso que não se separava do seu violino Guarnérius Del Gesu. Ele deixou o original dele aqui e que se encontra no museu relativo a ele em sua cidade natal na Itália.O instrumento original é utilizado ainda hoje por grandes concertistas que o tomam emprestado do museu, para gravações e concertos públicos.

Devo lembrar também, que o espírito humano quando deixa o corpo físico não se desintegra com a morte e se torna uma cópia “viva” com todos os seus detalhes de anatomia e de personalidade no astral, ou seja, é uma copia verdadeira do que ele era quando em vida. Não é só Paganini, mas se aplica a qualquer um de nós. Eu também digo no livro, que o Espírito, quando desencarnado, em estado perispiritual é semi-material, apesar de ser invisível aos olhos comuns, é matéria rarefeita, ou quintessenciada, podendo se tornar visível e tangível em determinadas situações. Portanto, o Espírito ainda é Matéria, mesmo que algumas religiões digam o contrário. Leva para o lado de lá todos os resquícios de sua vida na carne, tais como, vicios, vontades, desejos, doenças e maldades.

No caso mencionado, ele, Paganini, leva consigo, energizado, o seu violino em sua essência, o qual, pode ser tocado e ouvido até melhor do que seu original, pois ambos, Paganini e seu Guarnérius se encontram no mesmo plano vibratório, portando, estão interligados vibratóriamente “ad perpetuum”. Entretanto, se faz necessária aqui uma explicação pessoal, particular: Enganam-se aqueles que, pensando que tudo será encontrado no mesmo patamar vibratório após sua morte física, exemplo, perdem um ente querido e se suicidam pensando que irão se juntar a ele após a morte, raramente se juntarão imediatamente, pois cada um tem seu teor vibratório peculiar, uns vibrando mais alto, outros mais baixo e, após cometerem esse desatino, verificam que seu ente querido não se encontra onde ele esperava encontrá-lo, se desesperam e até enlouquecem espiritualmente, exigindo um longo tratamento energético no campo espiritual por parte das entidades espirituais afeitas socorristas, afeitas às tais situações, que não são raras, ocorrem desde que o ser humano começou a ordenar sua razão.

Espero ter esclarecido, caso contrário, volte a escrever.

Abraços,
DYezzi::.

Translation: Everything on the physical plane has a copy, or “double” in the Astral