PERGUNTA

Querido amigo Domingos, desejo te fazer uma pergunta importante, mediante a passagem de Sidérius [também conhecido como Nibiru] pela Terra, que os Zetas estão dizendo que ocorrerá até no máximo 2026. Como sabemos, e os Zetas confirmam, assistência será dada de acordo com a orientação energética (espiritual) de cada um, onde seres positivos e do bem serão separados dos seres negativos e do mal. Com isso nos perguntamos, será eu um ser do bem ou um ser do mal? Os Zetas dizem que desejos de vingança nos coloca em alinhamento com energias negativas e, portanto, seres do mal que atraímos, mesmo aqueles [espíritos] desencarnados, devido a esta energia. Tendo isso em mente, te pergunto, o desejo de justiça pelos atrozes cometidos contra nós seria um desejo de vingança? Isto é, qual a diferença entre justiça e vingança?

Muito obrigada, antecipadamente, por qualquer esclarecimento que você puder fornecer neste tópico.

Abraços calorosos!

Christina Breault – Tennessee, EUA

RESPOSTA

Christina, o que vai valer é a nossa sintonia com o BEM! Desta forma, querer justiça não pode ser considerado do mal, pois caso contrário, tudo o que for do mal prevalecerá! O mesmo podemos dizer sobre quem se defende para não perder sua vida! Tudo deve caminhar harmoniosamente, procurando-se amenizar e se desviar de tudo aquilo que nos atraia para o negativo. Portanto, você que é conhecedora da força cármica, sabe que, o que se planta colhe-se mais dia ou menos dia! Mas, neste mundo, tem que haver a defesa pessoal, pois o carma nos leva a esbarrar em pessoas afeitas ao mal, e que se não tomarmos os devidos cuidados, nos causarão maldades inesperadas. É claro que encontraremos pela frente efeitos cármicos de vidas passadas, os quais, como imã, buscam imantar sobre aqueles que tenham as mesmas sintonias. Portanto, devemos procurar nos desviarmos de momentos, pessoas e outros que nos possam levar a sairmos de nossa rota positiva. VAI SER DIFÍCIL! MAS TEMOS QUE FAZER SE QUISERMOS SOBREVIVER!

O desejo de vingança e o desejo de justiça andam par e passo e conseguem nos levar a praticar atos não positivos. Desta forma, o nosso “habitat” e os nossos costumes formarão nosso carma, e este nos levará de encontro aos mais absurdos sentimentos e acontecimentos! Temos que nos isentar deles, assim como fazem os monges budistas do Tibete! Mas, aqui não é possível devido ao turbilhão de vida que levamos. Temos que crer na Justiça Divina, que tarda, mas não falha! O resto é do fórum íntimo de cada um, que será responsável pelos futuros atos!

Domingos Yezzi – São Paulo, Brasil